Mindfulness para crianças

Recebemos esta dica de interação em família da Ana Claudia Barreto, tia-coruja do Matheus, de 3 anos.

Ela comprou a caixinha “Brincando de Mindfulness”, de Patrícia Calazans. Com 50 exercícios lúdicos e super divertidos, as famílias podem incentivar o Mindfulness, que é uma prática da atenção plena ao momento presente.

A atividade traz diversos benefícios para as crianças: melhora no foco e concentração, regula níveis de ansiedade, aprimora habilidades sociais e emocionais, melhora a qualidade do sono, melhora  criatividade, entre outros.

Em uma das fotos acima, a Ana Claudia compartilha a experiência da primeira vez que ela aplicou com o sobrinho.

Quem tem criança na família sabe que não é fácil manter a concentração e interesse deles, em uma mesma atividade, por longos minutos, mas segundo a própria Ana Cláudia, nesta fase do seu sobrinho, além de uma experiência muito divertida, vale muito pela desconexão e criação de vínculos com ele.

Legal né?

Tem alguma dica de interação com crianças, familiares e amigos? Compartilhe com a gente!

Aproxime-se!

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Reflexão do dia

Precisamos estar atentos, diariamente, para não nos perdermos em meio a tantos compromissos e ações que causam distrações no convívio, seja com família ou amigos.

Na última semana, a Jaqueline e eu participamos do curso Produtividade, Gestão do Tempo e Propósito, da PUCRS. Dentre os inúmeros aprendizados que captamos, gostaríamos de compartilhar esta reflexão de um dos professores, o Christian Barbosa: “As coisas que realmente são importantes para sua vida, por estarem às vezes próximas de você são as coisas que você mais deixa de lado.”

E aí, o que achou da reflexão? Faz sentido esta atenção para a sua realidade também?

Compartilhe com a gente!

Aproxime-se!

Você sabia? 60 milhões de brasileiros convivem com dores na cervical por conta do celular

Você sabia que cerca de 60 milhões de brasileiros convivem com dores na cervical gerada pela má postura ao manusear os smartphones?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), este número representa cerca de 37% da população brasileira, e já é maior do que a média mundial, que é de 35%.

Segundo especialistas, ao inclinar a cabeça para o ângulo de 30 graus, a cervical sentirá uma pressão de 18 quilos. Já inclinar ainda mais para o ângulo de 60 graus, a sobrecarga na cervical será de 30 quilos. Ao longo do tempo, podem levar à formação de hérnias, perda de força, formigamento nos braços e até degeneração óssea.

Fique atento e alerte seus familiares e amigos.

Fonte: Diário da Amazônia – 26/08/2019

Como tudo começou… (por Ana Paula)

Parece que faz mais tempo que me aproximei da Jaqueline, mas a real é que, neste exato momento que escrevo aqui, faz apenas 40 dias.

Tudo começou numa visita a um Lar de Idosos, nos aproximamos pela chuva de histórias, lições de vida, e muitas, mas muitas, lágrimas de emoção.

Dias depois, a Jaqueline dividiu comigo a sua preocupação de como o mau uso da tecnologia vem afetando o rendimento escolar de tantas crianças e jovens, e pior, desatando laços familiares. E neste momento, vi o quanto estamos desatentos, em vários aspectos, não só em relação ao uso da tecnologia, mas também, sobre a qualidade do tempo que doamos para familiares e amigos. O olhar nos olhos, o ouvir com atenção ao que o outro diz.

E assim, nesta preocupação em comum com a nossa família e amigos, nasceu o “Aproxime-se”.

Nosso objetivo é trazer reflexões, casos reais e muitas dicas de especialistas e famílias para repensarmos nosso comportamento e disseminarmos bons exemplos para protegermos o que realmente importa: nossa família, nossos laços e nosso tempo.

Que a boa sorte acompanhe nossos passos. ❤

E você, topa embarcar nesta missão com a gente?

Então, Aproxime-se! 🙂

Como tudo começou… (Por Jaqueline)

A palavra família sempre teve um significado diferente para mim. Desde muito pequena sonhava em ter uma família, alguém que me olhasse como criança. Sonhava em chegar em casa da escola e ver minha mãe esperando para o almoço, receber um beijo e me sentir amada, foi uma infância muito diferente do que eu sonhei, sobrevivi, jurei que faria diferente.

E aqui estou, atualmente diante de uma percepção pessoal em que me vejo imersa a esse meio tecnológico que me distancia cada vez mais do que considero mais precioso, a minha família.
Nos últimos tempos passei a analisar o quanto me encontrava distante, sem tempo para pequenas atividades que, até pouco tempo atrás, fazia parte da minha rotina diária e familiar. Passei a notar o quanto a minha atenção excessivamente voltada para a utilização do smartphone e quanto isso estava me distanciado daqueles que eu amava meu marido e filha.

Iniciei a implantação de algumas medidas dentro da minha casa para melhorar nosso relacionamento, e não permitir o distanciamento da minha família. Estamos aprendendo juntos a utilizar a Internet com equilíbrio, a ter senso crítico do que é positivo e pode agregar em nossas vidas dentro da nossa realidade.

Passei a observar famílias, casais em restaurantes, e como as crianças e adolescentes estavam distantes com o olhar fixo em dispositivos eletrônicos, mas o que mais me tocou foi o que vivenciei em uma reunião escolar do colégio da minha filha, situação em que os pais debatiam sobre o rendimento escolar de seus filhos, metodologia da escola e até a didática aplicada pelo professor.
Os professores, por sua vez, abordaram a dificuldade que enfrentavam diante de tantas distrações, e a que mais prejudicava era dispersão dos aparelhos celulares. As notificações emitidas pelos aparelhos passaram a dividir a atenção daquelas crianças.

Perante a abordagem dos professores, um avô responsável de um dos alunos, se pronunciou em meio aquele debate:

– Meu neto passa a noite em jogos e na internet. No dia seguinte, não quer acordar para vir ao Colégio. Gostaria de saber se os filhos de vocês também trocaram o dia pela noite?
Aquela pergunta soou quase como um pedido de socorro.

Naquele momento, resolvi dizer de que forma estava conduzindo os excessos relacionados ao uso da tecnologia na minha casa, e reforcei que minha filha não tem autorização para levar o celular para a escola, e, além disso, há um limite diário estipulado para uso do aparelho e da internet.
Estava claro para todos que aquele debate sobre o baixo rendimento da maioria da sala não era por conta da metodologia da escola ou do professor, mas, sim, pela carência de cuidado que cada família estava admitindo no uso excessivo da tecnologia.

Questionei aqueles pais se eles sabiam o que satisfazia seus filhos na internet, quais as referências deles nas redes sociais, se sabiam quanto tempo eles perdiam na internet e se já haviam pensado em estipular um tempo para utilização do smartphone. Tivemos um longo debate de opiniões e questionamentos. Foi tudo muito agregador!

Ao final da reunião recebi um abraço dos coordenadores da sala, que agradeceram pelo meu posicionamento e o quanto a minha participação havia sido importante.
Naquele dia tive a convicção do quanto todos se encontravam distantes de seus filhos, e como eu poderia ajudar essas pessoas a entenderem a gravidade do problema relacionado ao mau uso da tecnologia.

Esse projeto faz muito sentindo para minha história, e, foi sem dúvidas, o start que eu precisava para pesquisar e estudar mais sobre como apoiar e aproximar famílias.

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